Impressora Fiscal: 5 motivos para fazer a cessação de uso - Digi Office

O mundo mudou, o varejo evoluiu, e o Fisco teve que acompanhar.

Empresas estão começando a investir pesado em automação comercial para simplificar os processos e acompanhar o avanço tecnológico. A modernização da Secretaria da Fazenda trouxe uma maior preocupação do órgão com a emissão de documentos fiscais e como as informações são repassadas pelo contribuinte nas suas operações comerciais.

Desta forma, apresentando um maior controle fiscal, as emissões de notas fiscais por ECF (Emissor de Cupom Fiscal) serão descontinuadas em todo o país. Será preciso cessar a impressora fiscal, ou seja, encerrar o uso dela formalmente.

A Digi Office preparou cinco motivos com benefícios para auxiliar quem ainda tem dúvidas sobre cessação de uso da impressora fiscal:

 

  1. A NOTA FISCAL DE CONSUMIDOR ELETRÔNICA

     

     

    A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) é um documento fiscal eletrônico, de existência apenas digital, que deve ser emitido em operações de venda presencial ou entrega a domicílio para o consumidor final. Esse novo modelo substituirá as notas fiscais de venda ao consumidor modelo 2 e o cupom fiscal emitido por ECF com grandes vantagens para as empresas, para a Receita Estadual e para a sociedade em geral.

    Um dos principais pontos positivos da NFC-e é a substituição das impressoras que ela irá gerar. Por possibilitar a emissão de NFC-e, a impressora não fiscal surgiu como modelo de substituição das antigas impressoras fiscais. Tais impressoras também simplificam os processos fiscais e permite a melhoria e produtividade no desenvolvimento do trabalho.

    A emissão da NFC-e já é realizada no varejo em geral, como supermercados, magazines, lojas de cosméticos, roupas, mercearias, entre diversos outros estabelecimentos.

     

  2. OBRIGATORIEDADE

    Algumas alterações em relação a emissão de notas fiscais tornaram-se obrigatórias para diversos estabelecimentos comerciais e com isso a obrigatoriedade das impressoras não fiscais.

    A emissão de NFC-e é gradativa e está sendo implantada obrigatoriamente em todos os estados brasileiros. É recomendável fazer a transição o mais rápido possível, para evitar estranhamento e maiores custos. Mesmo que sua empresa ainda não seja obrigada, é possível antecipar a cessação de uso da impressora fiscal.

    Caso não cumpra com as obrigações, sua empresa estará irregular perante a fiscalização dos órgãos fiscais brasileiros. Entre as punições estabelecidas, estão multas financeiramente pesadas para os varejistas e o descrédito perante o mercado.

    Veja aqui os prazos e obrigatoriedade da NFC-e em Minas Gerais e quando aplica para o caso da sua empresa.

     

  3. ECONOMIA

    A redução de custos é um dos principais benefícios.

    A impressora não fiscal é até 3x mais barata do que a impressora fiscal e a redução com gastos de papel é significativa. Com menos uso de papel, a empresa também desfruta de vantagens como maior organização no local, sem a necessidade de documentos desnecessários e em grande volume.

    A manutenção é um processo simples com a impressora não fiscal, pois o custo é mais baixo e o processo é feito com periodicidade. O novo modelo também economiza tempo e trabalho na hora de enviar os documentos para o contador, sem grandes burocracias.

     

  4. AGILIDADE

    Sabemos que agilidade no caixa e no atendimento é muito importante para os estabelecimentos varejistas. Com a impressora não fiscal, o atendimento se torna mais rápido e simples, pois a impressão ocorre apenas se o cliente solicitar.

    O repasse das informações fiscais é transmitida diretamente para a Secretaria de Fazenda, através de internet, o que impossibilita fraudes e garante mais rapidez nos processos.

    Para a cessação de uso, a Secretaria recomenda procurar uma empresa autorizada e especializada para lhe auxiliar nos processos de migração.

     

  5. FLEXIBILIDADE E MOBILIDADE NO PDV

    A substituição para o modelo não fiscal garante mobilidade, pois a impressora é leve e fácil de ser movimentada. Essa característica garante flexibilidade para os comerciantes, pois possibilitam que caixas sejam abertos, fechados e reabertos conforme a necessidade do estabelecimento comercial – ao contrário das antigas impressoras fiscais, com regras de funcionamento restringidas pelo Fisco.

    Além disso, há potencial para uso de novas ferramentas móveis, como emissão por tablet e smartphone. O modelo também abre espaço para evoluções tecnológicas como: pagamento de conta na mesa do cliente, terminais de autoatendimento, caixas móveis, entre outros.

    A substituição para o modelo não fiscal garante mobilidade, pois a impressora é leve e fácil de ser movimentada. Essa característica garante flexibilidade para os comerciantes, pois possibilitam que caixas sejam abertos, fechados e reabertos conforme a necessidade do estabelecimento comercial – ao contrário das antigas impressoras fiscais, com regras de funcionamento restringidas pelo Fisco.

    Além disso, há potencial para uso de novas ferramentas móveis, como emissão por tablet e smartphone. O modelo também abre espaço para evoluções tecnológicas como: pagamento de conta na mesa do cliente, terminais de autoatendimento, caixas móveis, entre outros.

     

 

 

Para a cessação de uso, a Secretaria da Fazenda recomenda procurar uma empresa autorizada e especializada para lhe auxiliar nos processos de migração.
A Digi Office atua desde 1995 no mercado oferecendo equipamentos e serviços de qualidade para auxiliar seu comércio na implementação de impressoras não fiscais. Fale conosco aqui!

Você entendeu a importância de fazer a cessação da impressora fiscal?
Então continue com a visita ao nosso blog e leia agora sobre NFC-e e outros temas para não restar nenhuma dúvida!

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